Peras-de-chamada-senior

A pergunta feita por muitos responsáveis de residências seniores é: como escolher um sistema de chamada de enfermeira que responde às reais necessidades da mesma?
As infraestruturas das Residências Sénior, bem como, o perfil dos seus utentes, sofreram muitas modificações nas últimas duas décadas. No entanto, poucas foram aquelas que adaptaram a tecnologia ao serviço do novo perfil dos seus utentes!

De uma forma geral, são instaladas redes informáticas, telefónicas, sistemas de chamada de Enfermeira, CCTV, sistemas de controlo de acessos entre outras tecnologias, que não comunicam entra si, não permitindo tirar o máximo proveito de todos estes sistemas.

Muitas vezes são projetadas soluções de chamada de enfermeira hospitalar em ERPI’s, disponibilizando um conjunto de funcionalidades que não são aproveitadas em ambientes sénior.

Nos sistemas de chamada de Enfermeira é comum não terem qualquer tipo de integração com as infraestruturas do edifico em que estão instalados, sendo tratados de forma isolada por instaladores e engenheiros de sistemas. Atualmente, não se compreendem as soluções que não formem parte de uma infraestrutura comum com outras plataformas de instalação, em que estejam previstos a rede telefónica sem fios, informática, CCTV, controlo de acessos, sistema de chamada de enfermeira, entre outras aplicações possíveis.

A evolução mais significativa é, sem dúvida, ao nível da integração do sistema de chamada de enfermeira com as comunicações telefónicas, bem como, a incorporação do software de gestão de chamadas e registo de ocorrências, identificando o pessoal que as realiza, e existindo um rastreamento de todas as ocorrências, permitindo um melhoramento significativo no atendimento ao utente.

Existem vários sistemas de chamada de enfermeira, mas antes de optar por um deve ter em consideração alguns aspetos básicos que determinam a correta adaptação às suas necessidades:
1. se o sistema é aberto e tem capacidade para comunicar via TCP/IP com a rede informática;
2. ter em conta a infraestrutura do edifício: rede de dados, rede elétrica, central telefónica, controlo de acessos, etc;
3. dispensar funções que são mais adequadas ao ambiente hospitalar (por exemplo, a intercomunicação, buzinas na chamadas, etc);
4. uso de painéis de ligação normalizados para a conexão das peras e outros sensores;
5. avaliar o design dos painéis de ligação de forma a harmonizar com o ambiente onde será implementado.

É fundamental saber como trabalhar com o sistema e o grau de integração dos cuidados a realizar no quarto onde será instalado. Assim, poderemos optar por sistemas simples com botões de cancelamento, até aos que integram controlo de rondas, presença, identificação do prestador de cuidados, etc.

Por último, deve decidir que funcionalidade opcionais deve incluir no seu sistema, como por exemplo:
– controlo do(s) videoporteiro(s) de acesso ao edifício através do equipamento telefónico;
– integrar o controlo de acessos em determinadas zonas do edifício, com o envio de alarmes para o equipamento telefónico;
– registos de todas as ocorrências em termos de pedidos de auxilio sénior e alarmes;
– a componente estética para não tornar o quarto de uma ERPI num quarto de hospital.

ver: http://chamadadeenfermeira.pt/2018/01/19/importancia-das-redes-wifi-na-area-apoio-senior/

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